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Continuam abertas inscrições para Capacitação sobre Gênero e Diversidade Sexual




Continuam abertas as inscrições para a capacitação sobre Gênero e Diversidade Sexual: Diálogos Para o Respeito às Diferenças. Foram disponibilizadas 120 vagas e, até terça-feira (29), 40 haviam sido preenchidas. O curso é ofertado pela Secretaria Municipal de Saúde em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia, e vai acontecer na quinta-feira (31), às 9h, no auditório da Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes. Podem participar profissionais da Rede Municipal de Educação de Campos. Acesse aqui para realizar a inscrição.


Com apoio da Escola de Formação dos Educadores Municipais (Efem), Setor Multiprofissional e Programa Saúde na Escola (PSE), a capacitação contará com palestra de Paulo Santos Freitas Junior, assistente Social, mestre em Políticas Sociais, servidor da Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia de Campos dos Goytacazes e da Secretaria Municipal de Educação de São João da Barra-RJ.


O coordenador do PSE, João Paulo de Oliveira, falou sobre a formação. “É muito importante que haja o desenvolvimento de uma consciência crítica e de práticas pautadas pelo respeito à diversidade e aos direitos humanos. O tema necessita, de fato, de uma ampla discussão e de ser tratato com a devida importância. Levar a abordagem para os profissionais da educação é propiciar o debate e gerar esse senso crítico. A abordagem está em consonância com um dos eixos do PSE: Promoção da Cultura de Paz, Cidadania e Diretos Humanos”, afirmou João.


Segundo a psicóloga do PSE, Gisele Pessin, o evento oferece a possibilidade de aprender mais sobre a temática gênero e diversidade sexual. “Sabemos que nas últimas décadas muitos conceitos e termos foram surgindo e, portanto, não podemos estar desatualizados. Somos servidores públicos e temos o dever de respeitarmos a singularidade das pessoas”.


Para ela, ações preconceituosas e discriminatórias em ambiente escolar afetam significativamente a saúde psicossocial de estudantes, professores e outros profissionais que não se sentem respeitados quanto ao seu gênero ou orientação sexual. “Ao mesmo tempo, nas conversas do dia a dia, percebemos que muitas pessoas usam alguns termos de forma equivocada, como “homossexualismo”, por exemplo. Também costumamos ouvir as pessoas dizendo que não sabem o que significa a sigla LGBTQIAP+. Ações como essas são valiosas oportunidades de aprendizagem para que nossas práticas profissionais resguardem os Direitos Humanos das pessoas e grupos sociais para os quais oferecemos os nossos serviços”, completou.

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