top of page

EAI conscientiza alunos e profissionais sobre Consciência Negra





Alunos, pais e responsáveis da Escola de Aprendizagem Inclusiva (EAI) participaram, nesta quarta-feira (8), de aulas de dança, música, rodas de conversa, contação de história e capoeira. A programação faz parte do “Novembro Preto na EAI”, desenvolvido graças a uma parceria entre a Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia (Seduct), por meio da EAI, e a Subsecretaria de Igualdade Racial. O evento teve início terça-feira (7) e contou, ainda, com uma roda de capoeira na tarde de hoje.



A diretora da EAI, Eleonora do Nascimento, disse que a ideia surgiu através de uma conversa com representantes da Subsecretaria de Igualdade Racial no mês passado e então foi pensado em atividades no mês de novembro, quando se comemora o dia da Consciência Negra, desenvolvendo atividades que fizessem os alunos e os pais refletirem sobre a data.


“O objetivo é que a gente possa, a partir de agora, montar um projeto para o ano inteiro. Se a gente quer pessoas melhores no mundo, temos que trabalhar isso desde cedo. E nada melhor que fazer esse trabalho na EAI, ou seja, começar essa caminhada. A experiência tem sido muito rica tanto para os pais quanto para os alunos. Na terça-feira tivemos a presença da advogada Erica Barreto; a pedagoga Eryckah Gommez; a assistente social Marlyane Rogério; a bióloga Mirna Lúcio e a psicóloga Anna Raquel Mattoso.




A programação de hoje começou com uma aula de dança ministrada pelo professor Rodrigo Vilela. Ele falou sobre os benefícios da atividade para as crianças e adultos. “A dança trabalha a timidez, a coordenação motora, a mente. Ajuda o corpo, a alma e não tem limitação de idade, ou seja, todo mundo pode fazer. As crianças se divertiram bastante. Foi um momento muito feliz para todos nós”, disse Rodrigo.



A dona de casa, Geisa Mara Joaquim Rodrigues Viana, é mãe do Isac Rodrigues Viana, 7 anos, diagnosticado com Epilepsia e Deficiência Cognitiva. Ele está na EAI há dois meses e a mãe disse que já observou uma evolução no desenvolvimento da criança. “Ele ficou mais calmo e tem se concentrado mais nas atividades. Esses eventos são muito importantes para eles e também para a gente, pois temos a oportunidade de aprender mais e trocar informações com as outras mães. São experiências únicas e muito proveitosas. Tem sido muito bom”, diz a mãe.


Assim como Geisa, Lana Paula de Mattos Lima também tem aproveitado bastante as atividades desenvolvidas na Escola de Aprendizagem Inclusiva. “É importante porque muitas vezes não temos informações acerca dos transtornos e deficiências de nossos filhos e aqui temos aprendido bastante. Inclusive a lidar com as reações e sentimentos deles”, ressalta Lana, que é mãe do Stevan de Mattos Lima Rosa, 4 anos, que tem o diagnóstico de autismo. “Ele está aqui na escola desde o início do ano e é visível a melhora dele. Antes, ele não ficava sozinho nas atividades. Agora, está mais independente, conversa mais, melhorou muito a socialização. Esses eventos são ótimos para ele”, finalizou Lana.




30 visualizações
bottom of page