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Escola Inclusiva faz a diferença na vida de crianças atípicas





Fotos: Janaína Pany Matos


Em fevereiro do ano passado, Benjamin Pany Barbosa, 3 anos, foi diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e apraxia da fala. Logo depois ele entrou para a Escola de Aprendizagem Inclusiva (EAI), que funciona na Cidade da Criança Zilda Arns. A mãe Janaína Pany Matos conta que, em poucos meses, as mudanças foram visíveis.


“Ele começou a interagir com outras crianças e desenvolveu a fala. Foi um divisor de águas na vida dele. Uma coisa simples, mas que fez muita diferença pra ele, foi o balanço. Ele adora o brinquedo, mas não conseguia interação para brincar. Hoje, ele aprendeu e até balança sozinho, vai no pula-pula e está muito mais criativo e receptivo. Está sendo excelente para o meu filho", contou a mãe.



A Escola de Aprendizagem Inclusiva completou na última quinta-feira (12) um ano de funcionamento. E, segundo a diretora da unidade Eleonora Nascimento, a EAI pode comemorar um avanço significativo no desenvolvimento pedagógico, tendo promovido de maneira lúdica e responsável, com um olhar único para as especificidades apresentadas pelas crianças, um crescimento que trilha para o caminho da autonomia.


Toda a comunidade escolar tem vivenciado esse avanço. Hoje, é oferecido aos alunos um suporte pedagógico muito bem estruturado, com apoio da musicalização, do braille, libras (onde as crianças aprendem desde os quatro anos de idade) e dos jogos. Na escola, a criança é e assistida duas vezes por semana, por duas horas e seus pais, ao esperarem por elas, passam por rodas de conversas onde são informados sobre os direitos de seus filhos, bate-papo sobre suas realidades, saúde, qualidade de vida, temas pertinentes à vida no dia-a-dia. Tem sido uma excelente experiência a parceria entre escola e família", afirmou a diretora.





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