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Escolas municipais agendadas para Exposição Meu Lugar




Foto: Wesley Sabino



Os alunos da rede municipal de ensino vão participar da Exposição itinerante “Meu Lugar” de duas maneiras. Na primeira, os estudantes serão levados ao estande da exposição na Praça do Santíssimo Salvador, por meio de ônibus disponibilizados pela Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia (Seduct). Para isso, o Departamento Pedagógico da Seduct está entrando em contato com as unidades escolares a fim de fazer o agendamento da visitação, que seguirá até o dia 10 de março. 


Na cidade, o projeto terá início no dia 22 de fevereiro, às 11h. O evento é realizado pelo Museu de Arte do Rio (MAR) com patrocínio da Enel Distribuição Rio, e apoio da Prefeitura de Campos. 


Para o dia 23 de fevereiro, está confirmada a Escola Municipal Sagrada Família, com os alunos do 5° ano, turnos da manhã e tarde. No dia 26 de fevereiro será a vez da EM Maria Lúcia, e no dia 29 de fevereiro, a EM Ferroviário Jacy Barbeto. Diversas outras escolas também serão contempladas na sequência.


Além disso, em paralelo, haverá exibição de atividades da exposição dentro das próprias unidades escolares, conforme explicou a coordenadora de Projetos da Seduct, Neidimar Abreu. “Teremos também a exposição "Meu lugar" dentro das unidades escolares que, prioritariamente, serão as que atendam o ensino fundamental das séries finais.

Os gestores já estão sendo informados sobre a realização do evento”, informou.





A exposição itinerante propõe uma releitura da mostra “Casa Carioca”, realizada pelo MAR em 2020. As obras serão apresentadas ao público de quatro cidades fluminenses: São Gonçalo, Duque de Caxias, Guapimirim e Campos dos Goytacazes. A proposta da exposição é fazer o público pensar os sentidos do habitar no estado do Rio de Janeiro, seus problemas ao longo da história e as soluções criativas adotadas no dia a dia nas moradias. “Meu lugar” conta com mais de 90 obras de cerca de 40 artistas.


“É muito importante que os estudantes participem de exposições como esta para que possam conhecer e refletir sobre os aspectos culturais dos espaços e moradias que existem em seus territórios. E, se apropriando de conhecimentos como este, possam também intervir em busca de melhorias, entendendo que o espaço em que ocupam deve ser um lugar digno”, comentou Neidimar.


Exposição


Com curadoria de Thiago Fernandes, a mostra também reconhece que as populações socialmente vulneráveis devem ter direito à energia, água, saneamento básico e outros serviços fundamentais para sua sobrevivência e para que não sejam recorrentes as práticas que reverberam em riscos ecológicos e sanitários. 


O objetivo é levar o MAR para fora dos muros do museu e se conectar com outros territórios, iniciado pela praça Chico Mendes em São Gonçalo, ampliado pela Praça da Apoteose em Duque de Caxias e Praça Paulo Terra em Guapimirim e finalizando na Praça do Santíssimo Salvador em Campos do Goytacazes.



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