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Feira de Adoção de Animais entra para o calendário mensal da Cidade da Criança







Graças ao sucesso da parceria entre a Cidade da Criança Zilda Arns e o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), a Feira de Adoção de Animais passará a fazer parte do calendário oficial do parque. A partir de agora, o evento acontecerá mensalmente, sempre no último final de semana de cada mês, das 10h às 16h. O próximo encontro já está agendado: 25 e 26 de março. Também haverá vacinação antirrábica. Este ano, já foram realizadas três feiras no local, sendo a última nos dias 5 e 6 de março, ocasião em que foram adotados 7 cães e 6 gatos, e vacinados 22 cães 8 gatos.


“Nos dias 25 e 26 de fevereiro, 13 cães e 5 gatos foram adotados, e 49 cães e 19 gatos foram vacinados. No início de fevereiro, 10 cães e 4 gatos receberam um novo lar. Essa é uma parceria muito importante, que está dando certo e criando consciência, adoção responsável e gerando muito amor. São dezenas de famílias recebendo em seu lar novos pets de estimação, que se tornam amigos e dão muita alegria para todos”, informou o secretário de Educação, Marcelo Feres.


O cãozinho Luke teve a sorte de ser adotado e acolhido por Euzinete Cabreira que afirmou ter sido a melhor escolha que fez. “A adaptação foi muito boa, Luke já chegou chegando. Ele está mudando a minha vida pra melhor, pois é muito brincalhão e carinhoso. Eu morava sozinha, com Deus, agora somos eu e Luke”, comentou.


A feira disponibiliza para adoção filhotes e adultos, cães e gatos, de diferentes portes, cores e pelagens. Todos são castrados, vacinados e vermifugados. Para a imunização, é necessário levar o pet com mais de 3 meses e apresentar documentos pessoais como CPF, Carteira de Identidade e também comprovante de residência.

A diretora da Cidade da Criança, Luzitânia Xavier, explica que a feira é uma forma de aliar diversão e adoção dos bichinhos. “Importante destacar que adotar um cão ou gato é assumir uma responsabilidade e jamais pode ser uma ação por impulso, pois os tutores precisam garantir o cuidado necessário a esses animaizinhos por toda a vida. Um cão, por exemplo, pode viver mais de 15 anos, ou seja, ele vai precisar da atenção do seu tutor por muito tempo, como receber carinho, cuidados veterinários, além da necessidade de brincar e passear”, disse Luzitânia.





Responsável técnico pelo CCZ, o veterinário Marcelo Maeda afirmou que a rotatividade de animais recolhidos das ruas é muita alta e que a parceria com a Cidade da Criança tem sido um sucesso.


“A parceria entre o CCZ e a Cidade da Criança visa apresentar os nossos serviços, entre eles a captura dos animais de vida livre que vão para o nosso ambiente e são assistidos em suas necessidades primárias. Após alguns dias de observação, os animais clinicamente aptos, já vermifugados e vacinados com a vacina de raiva vão para as campanhas de adoção, que acontecem todo final de semana no Jardim São Benedito de 9h às 17h; de segunda a sexta no CCZ e, agora, a Cidade da Criança incorpora nossa atividade, otimizando nossa capacidade de doar porque o parque é uma vitrine de exposição, em especial por ter uma circulação muito grande de famílias, incluindo as crianças que frequentam o ambiente e conseguem ajudar na decisão de uma adoção. Isso, de fato, vem ampliando nossa condição de doação e, consequentemente, com a adoção, a gente consegue liberar mais espaço no nosso canil e gatil e ampliar nossa capacidade de captura em vias públicas. Ou seja, é um benefício coletivo: para quem adota e leva um pet para casa, pro CCZ e para os munícipes. A gente tem muito a agradecer à equipe da Cidade da Criança e à Prefeitura que trabalha de forma muito integrada em todos os segmentos”, destacou.



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