Educação Patrimonial: símbolos da identidade campista

Os encontros acontecem semanalmente, sempre às terças-feiras, das 14h30 às 16h, durante o segundo semestre letivo de 2021, pela plataforma online Google Meet

Foto: Divulgação


A segunda oficina virtual do Grupo de Estudos em Educação Patrimonial do Departamento de Diversidade da Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia (Seduct) aconteceu nesta terça-feira (31). Os encontros acontecem semanalmente, sempre às terças-feiras, das 14h30 às 16h, durante o segundo semestre letivo de 2021, pela plataforma online Google Meet. De acordo com o secretário, Marcelo Feres, cerca de 50 profissionais da educação participam das aulas. Trata-se de parceria com o Polo Regional Arte na Escola e com o Grupo Officina de Estudos do Patrimônio Cultural, ambos da Universidade Estadual Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF).


Nesta terça-feira, as mediadoras Carmen Eugênia Sampaio e Fabiana Barreto, ligadas ao Grupo Officina, abordaram o tema “Da ficção à realidade: Jogos Vorazes na perspectiva do patrimônio cultural e ambiental. Carmem também é coordenadora do Departamento de Diversidade da Seduct. Elas fizeram uma análise de trechos da série Jogos Vorazes fazendo um paralelo com a diversidade cultural e o patrimônio cultural do município de Campos dos Goytacazes. Apresentaram, ainda, símbolos e elementos que dão identidade aos campistas.


“O objetivo é possibilitar, por meio das trocas, a ampliação do repertório de professores iniciantes ou em fase de formação e até mesmo dos profissionais já experientes, a fim de contribuir para o aperfeiçoamento e a inovação das práticas pedagógicas em Patrimônio”, disse Carmem.

Segundo o secretário, o Grupo de Estudos em Educação Patrimonial é um espaço para troca e construção coletiva de conhecimentos, de discussão de conceitos de base científica em estudos atualizados sobre a temática. “O grupo desenvolve o compartilhamento de estratégias didáticas e práticas pedagógicas para garantir a preservação da identidade cultural e da memória da nossa cidade”, explicou o secretário.

Nesse semestre, os encontros serão voltados para os debates contemporâneos acerca da educação patrimonial local e das atuais discussões patrimoniais no Brasil. “A ideia é que possamos, juntos, construir alternativas cada vez melhores para o ensino-aprendizagem das temáticas patrimoniais nas escolas. Na primeira aula, fizemos a abordagem a partir de atividades do cinema. Outros temas serão abordados como patrimônio ambiental, funerário, material, imaterial, entre outros”, explicou a coordenadora.


Reportagem: Kamilla Uhl

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