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Integração: Secretarias ampliam diálogo sobre combate à evasão escolar




Representando o secretário de Educação, Ciência e Tecnologia, Marcelo Feres, a subsecretária de Educação, Rita Abreu, se reuniu com o subsecretário de Saúde, Marcos da Silva Gonçalves, e representantes do órgão na sede da Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia (Seduct), nesta sexta-feira (23). Eles conversaram sobre as estratégias de combate à evasão escolar que estão sendo realizadas de forma conjunta.


Esse é o desdobramento de outros encontros que estão sendo realizados este ano, envolvendo, ainda, representantes da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e Social. No encontro de hoje ficou acordado que a Saúde vai elaborar uma minuta de enfrentamento escolar com ações e prazos. Uma nova reunião vai ser feita na próxima semana.


Segundo Rita Abreu, estão sendo criadas propostas a serem publicadas em uma portaria no Diário Oficial do município. “Estamos criando uma integração entre essas secretarias para que juntos possamos entender melhor os motivos que levam à evasão escolar e estudarmos alternativas para combater esse problema na nossa rede. Estamos estabelecendo um fluxo de ações”, diz Rita.


Um dos problemas da evasão escolar está relacionado a problemas de saúde. Para resolver essa situação, o subsecretário disse que as mães devem ser orientadas a pedir a declaração ou atestado de saúde para apresentar na escola. “Os médicos da rede pública dão atestado sempre que necessário e dentro da lei, mas é bom as mães solicitarem o documento, pois, na emergência são muitos casos e o profissional pode acabar esquecendo de dar o atestado”, explicou o subsecretário de Saúde.





Também presente na reunião, a coordenadora do programa Bolsa Família na Seduct, Silvia Teixeira, explicou que uma das causas da evasão está relacionada a problemas de saúde. Ela informou que a evasão é verificada a partir da Ficha de Comunicação de Aluno Infrequente (FICAI), que visa estabelecer o controle da infrequência e do abandono escolar de crianças e adolescentes. O serviço é fruto de parceria firmada com o Ministério Público Estadual, os Conselhos Tutelares e a Seduct.


“Por meio da FICAI, os gestores das unidades escolares informam a infrequência dos seus alunos para que um professor-articulador faça as intervenções e os contatos com as famílias. Quando não há sucesso nas intervenções, as unidades encaminham os casos ao Departamento de Serviço Social da Seduct, que convoca os pais ou responsáveis, promove visitas domiciliares, encaminha para os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), entre outras medidas, visando ouvir, apoiar, orientar os pais e identificar possíveis necessidades ou demandas que possam estar inviabilizando o comparecimento à escola", ressalta Sílvia.


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