Kits alimentação seguem recomendações do PNAE

A população está reconhecendo a qualidade dos kits, que são elaborados com orientação da equipe de nutricionistas da Secretaria

Foto: Divulgação


Os kits de alimentação, ofertados pela Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia, estão garantindo mais qualidade de vida a quase 54 mil alunos da rede municipal de ensino todo mês. Nesta quarta-feira (01), mais algumas centenas de estudantes levaram para casa gêneros alimentícios recomendados pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), ajudando a garantir o direito à alimentação dos estudantes e auxiliando para que suas famílias não entrem em situação de insegurança alimentar e nutricional nesse período de pandemia.


O subsecretário da pasta, Frederico Rangel, e as agentes de gestão escolar acompanharam os trabalhos diariamente nas unidades escolares municipais. A Creche Escola Monteiro Lobato e as Escolas Dr Luiz Guaraná, José Carneiro, João Goulart, Jacques Richer, Allberto Lamego (Martins Lage), localizadas em Campo Novo, Cambaiba e Venda Nova, foram atendidas nesta quarta-feira. “Esta semana, atendemos outras Escolas como Tarcílio Siqueira, Alberto Lamego de Poço Gordo, Leôncio Pereira, Beira do Taí, e Creches Mãe Flor e Erivelton Júnior, dentre outras”, afirmou Frederico.


Segundo Frederico, a qualidade dos itens está seguindo à risca todos os critérios previstos no pregão eletrônico. “A população está reconhecendo a qualidade dos kits, que são elaborados com orientação da equipe de nutricionistas da Secretaria. Não houve registro de nenhuma intercorrência e nenhum caso de kit enviado fora do padrão contratado pela Prefeitura por meio do processo licitatório”, assegurou.


Ele destacou que cada kit contém leite em pó, macarrão, biscoito, arroz e feijão tipo 1, óleo, fubá, sal, suco e duas dúzias de ovos. O kit de creche tem como item a mais um pacote de mistura para mingau. As famílias maiores recebem um kit por aluno matriculado na rede. “O açúcar não integra o kit, pois não é recomendado a crianças, de acordo com o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)”, explicou.


De acordo com o secretário de Educação, Ciência e Tecnologia, professor Marcelo Feres, a distribuição dos kits foi interrompida ainda em 2020, ano em que os alunos receberam os gêneros alimentícios somente por três meses. ”Logo no início desta gestão, iniciamos os procedimentos necessários para a regularização da distribuição. Identificamos que cerca de 42% dos nossos estudantes vivem na extrema pobreza. Por isso, era primordial que pudéssemos atendê-los com os gêneros alimentícios. Essa medida colabora para a diminuição da evasão escolar e para a melhoria da qualidade do ensino", disse o secretário.


Reportagem: Kamilla Uhl

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