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Maria da Penha Vai à Escola de Ururaí e orienta sobre violência contra mulher




Sete unidades escolares da rede municipal de ensino foram contempladas, neste semestre, com o projeto Maria da Penha Vai à Escola. As Escolas Lulo Ferreira de Araújo (Morro do Coco), Maria Lúcia (Turfe Clube), Albertina Azeredo Venâncio (Travessão), Lídia Leitão de Albernaz (Pq Cidade Luz), Dr. Luís Sobral (Jardim Carioca) e Custódio Generoso Vieira (Parque Calabouço) foram as primeiras contempladas. Na noite desta quarta-feira (21), foi a vez da Escola Mario Barroso, de Ururaí.


Trata-se de ação do Centro Especializado de Atendimento à Mulher Mercedes Baptista (Ceam) em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia (Seduct) e Subsecretaria de Políticas Públicas para Mulheres, envolvendo palestras sobre violência contra mulher para alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA).


A subsecretária de Políticas para Mulheres, Josiane Viana, participou das ações na unidade de Ururaí e afirmou que a iniciativa é fundamental para criar uma consciência crítica nos estudantes e prepará-los para um futuro mais inclusivo e igualitário, onde todos tenham oportunidades iguais, independentemente do gênero.





“A visita do Programa "Maria da Penha vai às escolas" nas unidades municipais, certamente, deixa um impacto positivo nos estudantes, professores e na comunidade como um todo. Agradecemos o carinho e oportunidade de abordar um tema tão necessário para construirmos uma sociedade comprometida com enfrentamento e erradicação da violência contra a mulher”, disse.


A coordenadora da EJA, Greice Souza, explicou que o objetivo é atender todas as unidades com palestras esclarecedoras e de acolhimento. “A gente busca formar e informar nosso aluno tanto para o mercado de trabalho quanto para a sociedade. Essa é a função da EJA, dar o acesso e permanência àquele aluno que não pôde estudar no tempo apropriado, ser inserido também na sua vida social. E em busca desse trabalho completo buscamos parcerias, capacitações como as realizadas com o Instituto Federal Fluminense (IFF) e outras secretarias”, explicou Greice.




A diretora adjunta da E. M. Maria Lucia, Márcia Adriana Pitote, falou sobre a importância para os alunos. “Ao trazermos o conteúdo da Lei Maria da Penha para a escola, temos o objetivo de trabalhar a formação de uma nova consciência com os jovens, tornando-os cidadãos com novas condutas e verdadeiros agentes transformadores da realidade. Alguns alunos relataram situações vividas por eles mesmos”, afirmou.





Durante as palestras são abordados assuntos relevantes do dia-a-dia, como foco, resiliência, autoestima, autocuidado, empatia e outros dependendo do público que estiver presente, de acordo com a faixa etária e demandas específicas, como por exemplo os múltiplos papéis da mulher. São apresentados os serviços oferecidos pelo Ceam na acolhida, fortalecimento e acompanhamento da mulher vítima de violência doméstica pelos profissionais e toda equipe técnica.



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