Secretaria de Educação e Subsecretaria da Igualdade Racial por educação inclusiva

O objetivo é criar parcerias visando desenvolver uma educação inclusiva na rede municipal de ensino; desenvolver projetos de educação continuada para profissionais da Educação na perspectiva da diversidade

Foto: Divulgação / Seduct


O secretário municipal de Educação, Ciência e Tecnologia (Seduct), Marcelo Feres, e o subsecretário da pasta, Frederico Rangel, receberam o subsecretário de Igualdade Racial e Direitos Humanos (SIRDH), Gilberto Coutinho, em reunião na sede da Seduct, nesta terça-feira (31). O objetivo é criar parcerias visando desenvolver uma educação inclusiva na rede municipal de ensino; desenvolver projetos de educação continuada para profissionais da Educação na perspectiva da diversidade; e criar projeto de alfabetização na modalidade da Educação de Jovens e Adultos (EJA) para grupos ligados ao Movimento LGBTQIA+.


Da Seduct, também participaram do encontro a coordenadora de Processamento de Dados e Matrículas, Ana Cabral; o supervisor de Tecnologia da Informação, William Gama; coordenadora do setor Multiprofissional, Adriana Lima; coordenadora do Departamento de Diversidade, Carmem Eugênia Sampaio. Da SIRDH, compareceram Jéssica Oliveira, gerente de Defesa e Promoção da Igualdade Racial, de Direitos Humanos e da Cidadania; e Rafael França, da Frente LGBTQIA+ e de Povos Tradicionais.

Na semana passada, a coordenadora do Programa Saúde na Escola (PSE), Catia Mello, setor ligado à Secretaria Municipal de Saúde e à Seduct, também recebeu o subsecretário e sua equipe, além do Comitê Técnico da Saúde Integral da População Negra e Povos Tradicionais.


Seduct vai atuar junto à SIRDH na busca ativa do público T evadido das unidades escolares. De acordo com Feres, o Programa Bolsa Família, na perspectiva da Educação, já elabora a Ficha de Comunicação de Aluno Infrequente (Ficai), que tem o objetivo de estabelecer o controle da infrequência e do abandono escolar de crianças e adolescentes. A Ficai é fruto de parceria firmada com o Ministério Público Estadual, os Conselhos Tutelares e a Seduct.


"Os gestores das unidades escolares informam a infrequência dos seus alunos para que um professor-articulador faça as intervenções e os contatos com as famílias. Quando não há sucesso nas intervenções, as unidades encaminham os casos ao Departamento de Serviço Social da Seduct, que convoca os pais ou responsáveis, promove visitas domiciliares, encaminha para os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), entre outras medidas, visando ouvir, apoiar, orientar os pais e identificar possíveis necessidades ou demandas, como questões de saúde, violência e/ou alimentação, por exemplo, que possam estar inviabilizando o comparecimento à escola. Neste caso da parceria com a Subsecretaria, o serviço pode ser ampliado para ajudar a SIRDH a identificar os motivos da evasão escolar desse público e tentar levá-los de volta à sala de aula", explicou Marcelo.