Segmentos envolvidos no projeto do Palácio da Cultura aprovam novo formato



Representantes dos segmentos envolvidos no projeto do novo Palácio da Cultura, que vai integrar a área de cultura, educação, ciência e tecnologia, estão confiantes com as perspectivas do Projeto do Centro Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (Cetec), lançado nesta quarta-feira (1º) com a participação do prefeito Wladimir Garotinho; secretário de Educação, Ciência e Tecnologia, Marcelo Feres; presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL), Maria Auxiliadora Freitas, secretário de Planejamento Urbano, Mobilidade e Meio Ambiente, Cláudio Valadares.

A diretora da Universidade Federal Fluminense (UFF) Campos, Ana Maria da Costa, parabenizou a prefeitura pelo projeto e falou sobre a importância do equipamento cultural para sua formação acadêmica. “Gostaria de parabenizar, porque foi um espaço muito significativo na minha formação. Não sou de Campos, mas, ao chegar aqui, encontrei esse espaço de estudo, de pesquisa e, portanto, fui frequentadora desse local por muito tempo enquanto estudante”, disse Ana, ressaltando que Campos merece um projeto como este e colocou a universidade à disposição para contribuir para que o projeto tenha êxito com o Palácio da Cultura voltando a contribuir com as possibilidades que o espaço oferece.

O coordenado do Polo de Inovação Tecnológica do Instituto Federal Fluminense (IFF), Henrique da Hora, elogiou a iniciativa da prefeitura e falou sobre os projetos desenvolvidos no município unindo a educação, inovação e empreendedorismo, como as Startups, com destaque para a Pediu Farma. “O sentimento de pertencimento é muito grande. Temos seis projetos de sucesso do programa de Startups atualmente e é muito importante falar sobre isso porque uma startup do programa municipal gera 20 empregos, custou R$ 18 mil aos cofres públicos e, hoje, já pagou com impostos gerados. Essa startup já expandiu operações para Curitiba e todo faturamento que ela faz lá, ela paga aqui em Campos. Empresas como Uber e Ifood pagam impostos em Ribeirão Preto e São Paulo, respectivamente, mas todo remédio que se pede pela Pediu Farma em Curitiba é faturado aqui em Campos, gera riqueza aqui”, explica Henrique da Hora, se referindo a projetos de inovação desenvolvidos com recursos da Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial)

Sobre o FabLab, previsto no projeto, o professor Henrique citou as impressoras 3D que, no início da pandemia, fabricou máscaras no IFF. “O que a mente humana for capaz de conceber, o espaço Fab Lab pode trazer à materialidade. Serve para a cultura, inovação e diversas áreas. Quero parabenizar a prefeitura pela continuidade de algo que pertence à nossa cidade. Nós temos cinco unidades Embrapii no Estado do Rio de Janeiro, sendo quatro no município do Rio de Janeiro. Nós somos a única no interior e a única que faz financiamento de micro e pequenas empresas”, disse

Representando o Instituto Histórico e Geográfico de Campos (IHGCG), Genilson Soares. Também deu seu depoimento sobre a importância do Palácio da Cultura. “Fiz meu primeiro curso de pintura em 1983 e, depois, as primeiras exposições de arte. É um equipamento de muita estima que faz parte da minha trajetória de vida dentro do segmento de produção na área de pintura”, relatório Genilson, que fez considerações em relação à integração dos setores e parabenizou o secretário Claudio Valadares pela questão da acessibilidade no prédio.