Terceira temporada do Hora da Educação traz boas práticas da rede municipal

As duas primeiras lives da terceira temporada da Hora da Educação trouxeram experiências de dois professores de Matemática da rede municipal

Foto: Wellington Rangel


O projeto de lives Hora da Educação, da Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia, está em sua terceira temporada tendo como objetivo específico trazer boas práticas da rede municipal. A live Hora da Educação é mediada pelo secretário municipal de Educação, Ciência e Tecnologia, Marcelo Feres, que destaca os objetivos gerais.

“Esta terceira temporada será mais longa. É um momento de refletirmos juntos. aprendendo desta vez com nossos colegas da rede municipal. A live é um espaço de troca para que possamos avançar cada vez mais com as boas práticas, com diálogo frequente, trocando informações. A Educação é responsabilidade de cada um de nós. Trabalhamos para que tenhamos a nossa rede de Educação como uma das melhores do estado”, afirma Feres.


As duas primeiras lives da terceira temporada da Hora da Educação trouxeram experiências de dois professores de Matemática da rede municipal. No dia 16/09 o tema debatido foi “Experiência do Classroom na Prática do Ensino Remoto”, com Flávio Ribeiro, professor de Matemática do Ensino Fundamental da Prefeitura. No dia 23/09 o tema abordado foi “Experiências e práticas do ensino remoto”, com Luciana Soares, professora da rede há 27 anos, atuando desde 2007 na Escola Municipal Jacques Richer, em Campo Novo.

Nesta live do dia 23/09, a professora Luciana Soares apresentou as práticas inovadoras da Escola Municipal Jacques Richer, que lhe garantiu um prêmio no ano de 2019. Na oportunidade também foi exibido um vídeo sobre o processo de alfabetização da Escola Municipal Jacques Richer.


“Nós trabalhamos com a consciência fonológica, o método das boquinhas, desenvolvido em parceria com a professora Carla Luciana. Cada criança recebe um espelhinho para alfabetização. E as crianças estão lendo. As crianças também estão sendo preparadas para a prova do SAEB que vem aí. Em 2018 comecei a chamar os pais para ir à escola. A criança ia com um reloginho de EVA com o horário marcado da reunião no horário da aula de educação física. Eu perguntava aos pais para saber informações da criança desde o ventre, como foi a gestação, como a criança chegou até ali, para eu saber quais as dificuldades que as crianças têm. O prêmio, o notebook, eu fiz uma rifa que rendeu 6 mil reais e fizemos obras na escola com o dinheiro”, lembra Luciana.


Reportagem: Wesley Machado

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